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12/09/16

Mais uma edição de "O BANDEIRANTE"

O BANDEIRANTE - nº 286 - Setembro de 2016
(clique na capa para download)


Nesta edição você encontrará textos literários destes autores:
 Alcione Alcântara Gonçalves, Sheila Regina Sarra, Alitta Guimarães Costa Reis, Evandro Guimarães de Souza, Aida Pullin Dal Sasso Begliomini e Jacyra da Costa Funfas. 

Veja também nesta edição informações sobre outras atividades da SOBRAMES-SP
(clique nestes links para visitar os blogs)




O jornal O BANDEIRANTE é interativo: através dos links da edição em PDF 
você terá acesso a outras informações sobre os eventos e atividades da Sobrames-SP

(clique também nesta imagem abaixo para saber mais sobre o projeto COLEÇÃO LETRA DE MÉDICO)

Você também poderá gostar destes textos:

22/08/16

ÚLTIMO ATO

A SOBRAMES SP sente-se entristecida pelo falecimento da querida sobramista Hildette Rangel Enger ocorrida dia 12 de agosto de 2016. Uma das fundadoras da regional de São Paulo da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, cativou a todos com sua simpatia e sensibilidade poética.    


ÚLTIMO ATO

 

Cansada do cansaço
Recito devagar
Meu último monólogo.

Maquinalmente
Sem gestos
Sem emoções
Flutuo
No silêncio
E na penumbra.

Nem luzes
Nem ecos
Nem vaias
Nem aplausos
Não há plateia.

E assim
Ouvindo somente
A minha voz
Adormeço
No palco
Onde vivi sonhando.

HILDETTE RANGEL ENGER

(in memorium)

13/08/16

Mais uma edição de O BANDEIRANTE

O BANDEIRANTE - nº 285 - Agosto de 2016
(clique na capa para download)

Nesta edição você encontrará textos literários destes autores:
 Rodolpho Civile, Sérgio Gemignani, Sônia Andruskevicius de Castro, Hildette Rangel Enger e Vera Lúcia Teixeira. 

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04/08/16

IMORTAIS


Os sonhos não morrem...
                                
Enfrentam entraves do corpo e da mente,
superam barreiras que o destino não viu.
Dissolvem a angústia de uma alma dolente
que assombra a saudade com o que desistiu.

O tempo sustenta o correto caminho,
reverte as vertentes, destaca os sinais.
Em grupo é mais fácil, melhor que sozinho.
Partilha que soma, duplica e refaz.

Sonhar acordado, recanto da lida,
restaura a energia do mundo real.
Um simples desejo, ilusões, fantasia,
a louca utopia da paz mundial.

Os sonhos são sopros do que o íntimo almeja,
divina alavanca, esperança motriz.
Diversos formatos, a mesma viceja:
ingênua querência de ser mais feliz.

No embalo da vida, se a dança termina,
o sonho rodeia, escolhe outro par.
Orquestra se afina e fascina a menina
que apanha os anseios espalhados no ar.

A menina sou eu... E eu ainda acredito
nas setas brilhantes dos meus ideais.
Por pura magia refletem no escrito
enredos e cenas, alegres finais.

Quando hoje as sombras enfim se enternecem,
estando a um passo de abrir os portais,
descubro que os sonhos até adormecem,
porém, de teimosos, não morrem, jamais.


MÁRCIA ETELLI COELHO
PRÊMIO BERNARDO DE OLIVEIRA MARTINS 2015 

24/07/16

PRÊMIO BERNARDO DE OLIVEIRA MARTINS 2015

Eis os vencedores do Prêmio Bernardo de Oliveira Martins 2015:

Primeiro Lugar: Márcia Etelli Coelho (“Imortais”)
Primeira Menção Honrosa: Márcia Etelli Coelho (“Porque Tudo É Amor”)
Segunda Menção Honrosa: Sérgio Perazzo (“Lágrimas, Riso, Oferendas”).

Agradecimentos aos avaliadores das Poesias apresentadas durante as Pizzas Literárias da Sobrames SP durante o ano de 2015: Tania Hegler (PR), Renato Passos (MG), Laurijane Pantaleão (AL) e Helena Sória (PR).


Os textos podem ser conferidos na edição 284 de “O Bandeirante” já postado nesse Blog.

18/07/16

Chegou mais uma edição de O BANDEIRANTE

O BANDEIRANTE - nº 284 - Julho de 2016
(clique na capa para download)


Nesta edição você encontrará textos literários destes autores:
 Márcia Etelli Coelho, Helio Begliomini, Sérgio Perazzo e Luiz Jorge Ferreira. 

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04/07/16

BATE CORAÇÃO


Bate, coração, ainda bate,
deixa esta vida tão linda,
passar por mim e ficar...
Deixa estar que eu luto sempre,
Não visto o luto da gente que esqueceu de lutar.

Bate, coração, bate forte,
olha pro rumo do norte,
que a sorte vem te encontrar,
se quiser brincar com a morte,
foge antes de ela chegar.

Bate forte, coração, bate ainda,
esquece a dor na berlinda
e navega pelo mar.
A estrada se abre à frente
pelos pés a caminhar.

Bate fundo, coração, bate bem alto,
corre o mundo pelo asfalto,
canta afinado em contralto,
samba no pé pra esquentar,
e a mágoa abraça a alegria,
seja de noite ou de dia.

Bate sempre coração, não esmoreça,
nem esqueça deste peito
que teima em te dar abrigo.
Dá-lhe calor, muito amor,
e não esqueça que esse peito,
coração, é teu amigo!


WILMA LÚCIA DA SILVA MORAES

22/06/16

PRÊMIO FLERTS NEBÓ 2015

A Pizza Literária de 16 de junho de 2016 apresentou como destaque a entrega do Prêmio Flerts Nebó:
Primeiro Lugar: Walter Whitton Harris (“Dia da Papoula”).
Primeira Menção Honrosa: Suzana Grunspun (“Escritores e Personagens”).
Segunda Menção Honrosa: Sérgio Perazzo (“O Palhaço”).
Os textos em prosa apresentados nas Pizzas Literárias durante o período de agosto de 2014 a julho de 2015 receberam muitos elogios dos avaliadores sobramistas: Sérgio Augusto Munhoz Pitaki (PR), Eliane Morais Araujo (MA) e Hugo Costa Filho (MS). 

As prosas premiadas foram editadas no “O Bandeirante” de junho já postado nesse Blog.

Parabéns a todos!

DIA DA PAPOULA


Há 100 anos eclodiu a Primeira Guerra Mundial com a invasão austro-húngara da Sérvia em 28 de julho de 1914. Foi um conflito inglório com 10 milhões de soldados e 7 milhões de civis mortos, além de 20 milhões de feridos e mutilados. Para se ter uma noção do número de vítimas, a população total do Brasil em 1914 era de 38 milhões que, na atualidade, representaria a quase totalidade da população do Estado de São Paulo.

Nos países aliados, em especial os de língua inglesa, o “Dia da Papoula” é um dia muito especial, conhecido como “Poppy Day”, e corresponde ao dia 11 de novembro. É o dia em que são realizadas cerimônias em memória dos soldados tombados nas duas Grandes Guerras do século passado, de 1914-1918 e de 1939-1945.

A data de 11 de novembro coincide com o fim da Primeira Guerra Mundial, quando foi assinado o Armistício em Compiègne, na 11ª hora, do 11º dia, do 11º mês de 1918, após ocorrer o colapso do exército alemão em todas as frentes de batalha. Foi a guerra das trincheiras, com um número impressionante de baixas, que nunca deverá ser esquecido: 37 milhões entre mortos e feridos. Este foi um levantamento feito pelos Ministérios da Guerra dos países participantes. Jamais se saberá precisamente o número de inválidos, cegos e outros incapacitados para a vida devido ao conflito.

No entanto, a Primeira Grande Guerra foi apenas um ensaio para a Segunda, na qual, apenas o número de judeus e de outros grupos minoritários mortos chegou a equivaler aos que morreram na Primeira Guerra. A catástrofe gerada pela Segunda Guerra Mundial ainda se reflete no século XXI. Mesmo assim, a memória de muitos é curta e ameaças de novos conflitos mundiais permanecem. Por isso, é tão importante cultuar, para não olvidar, os tombados naquelas duas grandes guerras.

As batalhas travadas na região de Flandres, uma planície subdividida entre Bélgica, França e Holanda, foram verdadeiras carnificinas. A cidade de Ypres foi palco de conquista, reconquista, destruição quase total, gás venenoso e milhares de óbitos. Em 1915, um oficial-médico canadense, John McCrae, após ver muitos de seus amigos caírem nos campos de papoulas vermelhas das planícies de Flandres, escreveu um poema considerado o mais famoso da Primeira Grande Guerra, e que fez com que a papoula se tornasse o símbolo dos soldados mortos em batalha. Entretanto, ele não foi morto em campo. McCrae faleceu de pneumonia em 1918, com 46 anos de idade. Traduzo livremente seu poema:

Nos campos de Flandres as papoulas se dobram ao vento
Entre as cruzes, fila após fila,
Que marcam nosso lugar; e no céu
Cantando heroicamente, as cotovias voam
Quase não ouvidas entre canhões a toar em terra.

Somos os Mortos. Há poucos dias
Vivíamos, sentíamos a aurora, víamos o pôr-do-sol,
Amávamos e éramos amados, e agora estamos deitados
Nos campos de Flandres.

Assumam nossa luta com o inimigo:
A vocês, com mãos débeis lançamos
A tocha; para ser de vocês para segurar ao alto.
Se romperem a fé depositada por nós que morremos
Não dormiremos em paz, embora papoulas cresçam
Nos campos de Flandres.

O primeiro “Dia da Papoula” foi celebrado em 1921 e papoulas foram levadas de Flandres para a Inglaterra, decisão influenciada pelo poema de McCrae. Mais tarde, veteranos incapacitados abriram uma fábrica de papoulas artificiais que são vendidas, anualmente, no “Dia da Papoula”. Todos usam a papoula vermelha presa à sua roupa.

Este ano, em homenagem aos mortos na Primeira Grande Guerra, quase um milhão de papoulas de cerâmica foram postas no fosso que circunda a Torre de Londres, produzindo o efeito de “sangue em terra e mar”.

Na Catedral Anglicana de São Paulo, no domingo mais próximo de 11 de novembro, comparecem prelados de vários credos, representantes militares do Brasil e de outros países tradicionalmente aliados, e das Legiões Britânica, Francesa e Belga. São lidos os nomes dos membros da comunidade inglesa em São Paulo que deram suas vidas nas duas guerras mundiais. É uma cerimônia muito emocionante.

A arrecadação com a venda das papoulas artificiais vai para o Fundo Haig, nome dado em homenagem ao Marechal-de-Campo Sir Douglas Haig, comandante das forças aliadas na frente oeste durante a Primeira Guerra. Este fundo levanta recursos para ajudar mutilados de guerra, geralmente de outras guerras que não as supramencionadas, porque a maioria dos sobreviventes daquelas já se foi.

O Presidente da Legião Britânica finaliza a cerimônia, após ter lido os nomes dos mortos, com as seguintes palavras: “Eles não envelhecerão, como foi deixado para nós envelhecermos. A idade não os cansará, nem os anos os condenarão. No crepúsculo e ao amanhecer, sempre nos lembraremos deles”.

Em novembro de 1918, uma professora americana e humanista, Moina Michael, escreveu um poema-resposta ao de McCrae, intitulado “Manteremos a Fé”, que traduzo também livremente:

Oh! vocês que dormem nos campos de Flandres,
Durmam bem — para se erguer renovados!
Pegamos a tocha que nos jogou
E segurando-o ao alto, manteremos a Fé
Por Todos que morreram.

Também apreciamos as papoulas vermelhas
Que crescem nos campos de lutas gloriosas;
Parecem sinalizar aos céus
Que o sangue de heróis não desvanece
Mas dá cor acentuada
À flor que permeia entre os mortos
Nos campos de Flandres.

Usaremos em honra aos nossos mortos
A tocha e a papoula vermelha.
Não receiem que tenham falecido em vão;
Ensinaremos a lição que nos demonstraram
Nos campos de Flandres.
Nos campos de Flandres onde lutamos.

               WALTER WHITTON HARRIS
VENCEDOR DO PRÊMIO FLERTS NEBÓ 2015
2014



17/06/16

Leia a nova edição de O BANDEIRANTE

O BANDEIRANTE - nº 283 - Junho de 2016
(clique na capa para download)


Nesta edição você encontrará textos literários destes autores:
 Walter Whitton Harris, José Alberto Vieira, Sérgio Perazzo, 
Suzana Grunspun e Josef Tock 

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26/05/16

ÚLTIMO ATO


A porta bate
E deixou atrás de ti
O perfume do fim.

Trêmula me levanto
Fecho as janelas
Apago o abajur.

Sufoco o meu pranto
Foi-se o encanto
Veio a escuridão
O mais negro fim...

O pano desceu
Em cena ficou apenas
O que restou de mim.


VERA LÚCIA TEIXEIRA

16/05/16

Chegou a edição de MAIO do jornal O BANDEIRANTE

O BANDEIRANTE - nº 282 - Maio de 2016
(clique na capa para download)


Nesta edição você encontrará textos literários destes autores:
 Wladimir do Carmo Porto, Wilma Lúcia da Silva Moraes, Carlos José Benatti, Flerts Nebó e Hildette Rangel Enger. 

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INSCRIÇÕES ATÉ 30.05.2016
e muito mais...

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06/05/16

MULHER - ENTE SAGRADO


Mulher! símbolo do amor!
Mulher! símbolo de paixão!
Tu que aninhas o homem,
Dando-lhe vida e ação.

Sem Ti a humanidade fenece,
O mundo das coisas empobrece,
A reprodução humana não acontece,
E o ser humano desaparece.

Mulher, responsável pela  existência humana,
Mãe reprodutora da espécie hominal,
Gerada pela fecundação do óvulo,
Pelo espermatozóide, na trompa de falópio.

Mulher, que na tua bainha,
Recebe e escolhe a semente,
Para reproduzir o ser vivente,
No teu útero, berço sagrado.


ALCIONE ALCÂNTARA GONÇALVES

02/05/16

GRATIDÃO EM TEMPO DE CRISE


Recordo-me do grande sonho infantil de jogar bola na posição de atacante, apesar de não ter o biotipo ideal. Consegui a muito custo participar de algumas competições interclasses me destacando porém na posição de goleiro mesmo sendo gordinho o que nessas horas ajudava bastante pois o sobrepeso amortecia o impacto das bolas chutadas pelo time adversário.

Um pouco maior, já na adolescência pensei em ser roqueiro. Era moda juntar os amigos e criar uma banda. Deixei o cabelo e alguns fios de barba crescerem.  Já tocava violão e me arrisquei na guitarra adquirida com as sobras da mesada que recebia de meu avô. Sonhadores como eu todos queríamos alcançar o sucesso e como consequência sermos reconhecidos pela multidão.
Aos dezoito anos entrei na faculdade de direito, sonho de meu pai que sempre quis estudar, mas não conseguiu, pois desde jovem começou a trabalhar com meu avô no comércio que ele possuia, não sobrando tempo para os estudos. Cinco anos depois me formei, antes porém muito jovem me casei e  fui pai. Entre livros, fraldas, noites mal dormidas, consegui com muito esforço ser um doutor. A vida estava difícil e mesmo formado não havia conseguido um trabalho que conseguisse suprir todas as necessidades materiais para o sustento de minha família, mesmo com o trabalho de minha esposa que na época já havia terminado a faculdade de psicología e também estava com dificuldades no inicio da carreira e com a dupla jornada, sendo mãe.
Mesmo contando com o apoio de nossas famílias, no final do mês as contas fechavam com muita dificuldade e frequentemente atrasávamos o aluguel e a prestação do carro de segunda mão comprado com muita dificuldade.
Um dia um antigo amigo contador sabendo que eu estava formado iniciando a carreira, me ligou perguntando se eu possuía um escritório e se eu teria condições de atender o  jurídico de uma nova empresa  que necessitava de um advogado para formalizar e acompanhar novos contraltos. Sem pestanejar disse que sim apostando em um primo que me oferecera uma sala em seu escritório, meses atrás.
Dia seguinte com a cara e a coragem fui negociar a tal sala e montei o meu primeiro escritório com a ajuda de meu irmão que me emprestou suas economias. Prontamente procurei meu amigo e lhe forneci meu cartão com o novo endereço. Fiquei esperando…esperando e nada.
Aos poucos fui sentindo que a minha vida  tão organizada e programada estava fugindo do contrôle. No passado sempre sabia onde queria chegar colocando objetivos altos para então alcançá-los com persistência, vontade e otimismo.
Com o escritório montado e sem nenhum cliente me ví numa situação de penúria, falta de boas perspectivas e endividado ate o ultimo fio de cabelo. Porém quando olhava para a carinha alegre e sempre sorridente de minha filha, sentia um novo ânimo e continuava na busca de novas oportunidades, oferecendo meus serviços e realizando pequenos trabalhos , mesmo fora de minha profissão que me garantisse uma sobrevida. Meses depois o tal amigo voltou a me ligar e me ofereceu uma nova oportunidade em uma empresa de médio porte. O desafio foi grande, mas a minha vontade de vencer maior ainda e realmente a partir daquele momento minha vida profissional deslanchou.
Ao longo da vida a cada momneto de falta de esperança sempre apareceram  pessoas que me apoiaram. Quando criança e jovem, meus pais e avós. Quando adulto minha esposa, companheira de todas as horas, o sorriso inocente de minha filha, meu irmão, meu primo, amigos e conhecidos.
A gratidão que sinto por cada um deles é imensa e hoje tenho certeza que cada um teve importância muito grande em me ajudar a superar  os momentos difíceis que passei. 

AIDA DAL SASSO BEGLIOMINI

20/04/16

Leia esta nova edição do jornal "O Bandeirante"

O BANDEIRANTE - nº 281 - Abril de 2016
(clique na capa para download)


Nesta edição você encontrará textos literários destes autores:
 Arary da Cruz Tiriba, Sérgio Perazzo, Suzana Grunspun, José Leopoldo Lopes de Oliveira Sobrinho, Mércia Lucia de Melo Neves Chade e José Francisco Ferraz Luz. 

A EDIÇÃO COMPLETA ESTÁ DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD NESTE LINK:
http://static.recantodasletras.com.br/arquivos/5610730.pdf

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